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Trata-se de uma grande habitação ecológica, em estilo rústico, com ênfase na reciclagem de materiais e casqueiros de madeiras revalorizados, entremeados de vidros e paredes de pedra, tijolo aparente e vidros. 
O Espaço de vivências conta com sete quartos de hóspedes (correspondentes às características cromáticas e ícones relacionados aos sete chakras principais (muladhara, swadisthan, manipura, anahata, visudhi, aghnia e sahasharachakra)
São dotados com camas de casal, beliches e também com camas de solteiro. Um dos quartos (relacionado ao plexo solar: manipura) possui lareira. 
Todos os quartos possuem banheiro com chuveiro, armários amplos e janelas com cortinas rústicas feitas de caniços de bambus e que dão vista para a reserva. Adicionalmente a esses banheiros, no corredor estão instalados mais três para uso comum, além dos disponíveis no salão de vivências e no conjunto de salas de estar.
O casarão conta ainda com dois amplos quartos mais privativos, um deles com cama de casal e ante-sala reversível em quarto adicional para mais duas pessoas e que poderão ser utilizados pelos facilitadores de vivências ou por pessoas que requeiram maior privacidade. 
No segundo andar do Casarão, dispõe-se de amplo Salão, “Centro de Vivências das Araras Amarelas e Azuis” com área aproximada de uns 85 m2, com janelões (e toldos) amplos pelos quais descortina-se a exuberante vegetação ao redor. Está dotado com dois banheiros completos, bancada ou aparador com estrutura de copa e cozinha de apoio. São ao todo 14 banheiros, 30 camas de solteiros, 6 camas de casal, distribuídas por 9 quartos, permitindo uma lotação plena de 45 pessoas, inclusive terapeutas e facilitadores (brevemente estarão disponibilizados espaços para mais 10 pessoas e a médio prazo, para mais 10) 
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A partir do salão de vivências pode-se ter acesso ao Mirante, onde há assentos para observação e Local de Meditação. Dali podem ser descortinadas as vistas das duas Planaltinas (de Goiás e do DF) e da área da Estação Ecológica de Águas Emendadas. 
Pelo projeto, a construção é coberta com telhados de madeira e cerâmica em vários níveis. As janelas e portas de tamboril são articuladas com dobradiças de porteira e travadas mediante taramelas, como nos casarões coloniais. 
O revestimento externo é feito com seções de pedra caverna e tijolo prensado aparente, com grandes peças de casqueiros impermeabilizados de aroeira, que são entremeados com placas de vidro fumê. 
Os pisos são revestidos com pedra lajeada de Água Fria, Alexânia e Cristalina e os quartos contam com piso de cimento queimado com xadrez nas cores características dos chakras.
Os móveis são de madeira maciça, aroeira e eucalipto auto-clavado, assim como as separações de ambiente, contando com grandes almofadas de tear, pinturas e esculturas dos “artistas pela natureza”, de tal forma que o conjunto e os recantos venham a produzir agradável sensação de conforto e aconchego de tipo familiar, no “jeito bem mineiro de ser”, conforme a procedência dos gestores de hospitalidade
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